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COMPRAS

A capital também tem atmosfera festiva e é boa para compras. Barbados não cobra impostos de turistas  basta apresentar o passaporte. A principal rua do comercio é a Broad Street, onde há desde lojas de joias e pedras preciosas até artigos de praia. Vale a pena vasculhar as prateleiras da loja de departamentos Cave Sheppard, assim como as do shopping center Satjay. Ou ainda caminhar cerca de um quilômetro dali até o Pelican Craft Center, o maior centro de venda de artesanato de todo o Caribe, com mais de 50 lojas instaladas em casinhas coloridas, numa simpática vila à beira-mar.

CLIMA

Clima: tropical. A estação seca dura de novembro a maio e a estação chuvosa estende-se de junho a outubro. As temperaturas médias oscilam entre 25º e 35º, com muito sol. Sopram ventos do nordeste durante o ano todo que mantêm a brisa fresca da ilha, por isso, Barbados está fora da principal área de Cinturão de furacões.

PRINCIPAIS PRAIAS

O país é muito mais que sua capital. As melhores praias estão longe dela. Na parte nordeste, apenas o Oceano Atlântico separa a ilha caribenha da África. Essa é a face “selvagem” do país, onde o mar é mais revolto, onde há poucas cidades e muitos recantos de natureza preservada. É o território dos surfistas, dos aventureiros e dos que curtem esportes radicais. Num passeio por esse lado, o grande destaque é a praia de Bathsheeba, com suas rochas gigantescas em forma de cogumelo, caprichosamente moldadas pelas ondas, como se fosse um parque de esculturas feito para os turistas.

Vale a pena desbravar esse lado. Tem um personagem famoso: Ted Blades, mais conhecido como “Barefoot Ted” (“Ted dos Pés Descalços”). O ex-surfista, que há mais de 30 anos não usa sapatos, é uma mistura de comediante, aventureiro e defensor da natureza. Ele dirige um ônibus pelas estradinhas que cortam toda ilha, levando turistas a praias de todos os tipos, falésias, canaviais, vilas pesqueiras, pontos históricos e lugares absolutamente inacreditáveis, como a St. Johns Church, uma preciosidade dos tempos coloniais, totalmente preservada. Trata-se de uma típica igreja inglesa, perdida no meio da floresta do centro da ilha. Algo que faz lembrar o seriado de TV Lost.

A expedição de Ted também conduz a moinhos tipicamente europeus em meio à vegetação tropical e às antigas plantações de cana originária de Pernambuco, no Brasil, ele faz questão de ressaltar. Uma delas, a Sunbury Plantation, virou um museu a céu aberto, com direito a um restaurante que serve pratos típicos barbadianos, muitos deles semelhantes aos da culinária baiana, como o ensopado de peixe-voador, que traz à memória a nossa moqueca, dado o teor de pimenta...

É no sul, no oeste e no sudeste da ilha que se espalham as faixas de areia mais agradáveis, banhadas por águas claras e tranquilas, perfeitas para o banho de mar. A começar por Crane Beach, uma das dez praias mais bonitas do planeta segundo os sites Trip Advisor e Concierge.com. Nela está o The Crane Residential Resort, o mais antigo resort de todo o Caribe, inaugurado em 1887.

Nesses 126 anos, ele cresceu e ganhou fama mundo afora após hospedar chefes de estado e celebridades ao longo de todo o século 20. Fica na encosta de uma falésia, com a areia cerca de 30 metros abaixo, acessível somente por um elevador.  O The Crane, por sinal, inclui nas suas dependências uma pequena vila construída à moda colonial, totalmente ocupada por lojas, bares e restaurantes  abertos a não hospedes também. Dá para comprar desde rum até esmeraldas colombianas,  tudo sem imposto.

Bottom Bay, outra praia paradisíaca, a seis quilômetros do resort.

Menos chique, mas igualmente atraente, é o Oistins. Nessa vila pesqueira, é obrigatório para o turista dar uma voltinha a noite no chamado Oistins Bay Gardens. A areia fica tomada por barraquinhas que vendem bijuterias e lembranças, enquanto o palco é animado com shows de música caribenha. Às sextas-feiras, o lugar ferve e se transforma na maior festa a céu aberto da ilha. Não bastasse a música, tem a comida. Ao lado do Mercado de Peixes, dezenas de quiosques oferecem pratos típicos fartos, a ótimos preços. Dá para degustar o flying fish (peixe-voador assado na grelha, com purê de batata ou banana) e o macaroni pie, uma espécie de torta feita com macarrão e queijo que, por mais estranho que pareça, é herança de imigrantes escoceses que foram para o país no século 20.

Quem prefere algo mais suave pode ir a St. Lawrence’s Gap, na região da Christ Church. Barzinhos à beira-mar e bons restaurantes pontuam essa baía de água calma e lotada de barquinhos de pesca coloridos – recanto tão bucólico que se tornou cartão postal do país. É o melhor lugar para relaxar e experimentar uma Banks geladinha, a cerveja nacional. Uma dica é ir ao Café Sol, sempre cheio de gente bonita, ou ao Reggae Lounge, que toca música jamaicana até o sol raiar.  Ou, ainda, deliciar-se no Pisces, um bistrô literalmente sobre a areia da praia. Com clima informal, mas culinária de primeira linha – baseada em frutos do mar , ele consta no topo das indicações dos principais guias gastronômicos quando o assunto é Caribe.

CURIOSIDADE

É o país com maior variedade de flora e fauna de toda a América Central, dando refúgio a 232 espécies de mamíferos, 838 espécies de aves, 183 espécies de anfíbios, 258 espécies de répteis e 130 espécies de peixes de água doce. O atrativo turístico é influenciado principalmente por seus elementos naturais, as cordilheiras e vulcões, pelo número de reservas ambientais, além de suas planícies costeiras, praias e resorts no Pacífico e no Caribe.

FUSO HORRIO

UTC/GMT (menos 4 horas) . Sem Hora de Verão

DOCUMENTAO E VACINAS

Passaporte válido e o Certificado Internacional de Vacinação Contra Febre Amarela, fornecido pela ANVISA.

HISTRIA

Tem muitas semelhanças com o Brasil, além de ter praias belíssimas e ter sido ocupada até o ano de 1625 pelos portugueses, a ilha no século XVI, se tornou o principal polo da indústria caribenha de açúcar , graças a mudas de cana de açúcar levadas desde Pernambuco e que se adaptaram muito bem por lá.A nação foi descoberta por navegadores espanhóis no final do século XV, entrando para o domínio da Coroa espanhola.

Os portugueses passaram a visitar a ilha a partir de 1536, mas não a ocuparam. O primeiro navio inglês a deslocar-se para a região, o Olive Blossom, chegou à Barbados em 1624. Eles tomaram posse em nome do rei James I. Em 1627, os primeiros colonos permanentes chegaram da Inglaterra, tornando Barbados uma colônia britânica.
Manteve-se como colônia britânica até 1966, ano de sua independência política. Membro da Comunidade Britânica, o país é governado por um primeiro-ministro apoiado pelo Senado e pela Assembleia. Em 1966, Barbados tornou-se um estado independente e Reino da Comunidade de Nações, mantendo a rainha Isabel II como chefe de Estado.

PRINCIPAIS ATRAES

O país conta com as melhores praias para prática de surf, mar calmo para banho, pontos para prática de esportes náuticos e snorkeling. Além de praias maravilhosas de tirar o fôlego, Barbados ainda tem uma riquíssima cultura histórica.

• Museu Arlington, que nos conta um pouco da cultura dos bajans ou barbadianos (como são chamados os nativos deste país), da colonização, do ciclo do açúcar e da escravidão e da pirataria. Além deste museu há a Casa de George Washington , onde o presidente dos Estados Unidos passou alguns meses numa visita oficial ao país no século 18 a Sinagoga, fundada por judeus brasileiros imigrantes de Pernambuco e o Moinho de Morgan Lewis e Farley Hill.

• Mont Gay Rum -Barbados também é conhecida como a terra do rum, além de possuir as mais famosas destilarias do mundo, na ilha existem 1.200 lojas da bebida. Quem for a Barbados, mesmo que não beba, não pode deixar de conhecer a Mont Gay Rum, uma fábrica de rum com mais de 300 anos de idade, a mais antiga  fábrica da ilha inaugurada por volta de 1700 . Ali são vendidos mais de dez variedades de rum, inclusive o 1703 Old Cask Selection, que passa 30 anos envelhecendo dentro de barris de carvalho. Roupas, doces e os famosos rum-cakes são igualmente vendidos na loja. Esses últimos são uma das delícias concebidas na ilha caribenha: um bolo de frutas embebido em rum e depois compactado. É tão saboroso que muita gente abusa e chega a ficar bêbado de tanto comer.. Dizem que o Mont Gay é “o rum que inventou o rum”.

• Porto  de Bridgetown sempre tomado por navios de cruzeiro e suas ruas onde o calor tropical contrasta com a arquitetura londrina.  Há vários cantos onde, não fosse o clima, o visitante se sentiria na Inglaterra. Exemplos disso são o Parliament Building, a Chamberlain Bridge e o edifício Barbado’s Mutual Life. Sem contar o bairro periférico de Saint Ann’s Garrison, tombado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Ali se destaca na paisagem o antigo hipódromo (usado até hoje em corridas de cavalo), o Forte de Saint Ann, com sua icônica torre do relógio.

• Atlantis Submarine, um submarino de verdade, que leva turistas para apreciar a vida marinha em um banco de corais a menos de um quilômetro mar adentro. Pode-se passear durante uma hora pelo oceano nessa embarcação que pode descer até 50 metros de profundidade. Pelas grandes janelas de vidro, dá para ver peixes de diversos tipos, corais coloridos e até mesmo uma traineira naufragada. Tudo com muita segurança  em 10 anos de operação, nunca houve qualquer incidente.

• Harrison’s Cave, um complexo de cavernas a 50 metros de profundidade. Nelas, galerias repletas de estalactites e cristais em formatos variados criam um ambiente digno de filme de ficção científica. O tour é realizado em carrinhos sobre trilhos, que percorrem centenas de metros de túneis, num passeio cheio de adrenalina. Imperdível.

•  Concorde Experience, uma série de atividades interativas feitas dentro e fora de um exemplar do Concorde, o avião supersônico que ligou Barbados a Londres em apenas três horas de voo durante as décadas de 1980 e 1990. Além de aprender sobre a aeronave que podia ir além da velocidade do som, os visitantes têm à sua disposição simuladores e outras brincadeiras interativas.

Holetown, na costa oeste, lugar mais chique da ilha. Primeiro assentamento dos ingleses em Barbados, a vila abriga um monumento que celebra os desembarques pioneiros, em 1625. Também é cenário do Holetown Festival, um festival anual de artesanato e música, com direito a desfiles de moradores vestidos à moda do século 18. O que mais impressiona por ali, contudo, são as centenas de casas e mansões de frente para o mar boa parte na faixa das dezenas de milhões de dólares e ocupadas por celebridades, como a cantora pop Rihanna, por exemplo. Quem vai a Holetown pode aproveitar os glamurosos restaurantes com vista para o mar, como o Zaccios e o Surfside, e encher as sacolas de presentes na Chattel Village uma vilazinha composta de lojinhas coloridas em meio a belos jardins tropicais. Ou simplesmente caminhar despreocupadamente pelo Waterfront, o calçadão que segue por dois quilômetros com o mar de um lado e as mansões e restaurantes do outro. Um projeto de US$ 10 milhões iniciado em 2012 quer renovar esse lugar e transformá-lo num dos principais pontos turísticos de Barbados. Tarefa difícil nessa ilha, onde cada canto parece mais belo e sedutor do que o anterior.

RESTAURANTES

Como dica recomendamos os seguintes restaurantes: