Dicas Uneworld

IDIOMA

Holandês

CÓDIGO DE AREA

599 5

FUSO HORÁRIO

-4 Horas

HISTÓRIA

São Martinho (em francês: Saint-Martin; em neerlandês: Sint Maarten) é uma ilha do nordeste das Antilhas localizada a 250 km ao norte do arquipélago de Guadalupe e 240 km a leste de Porto Rico. Localizada no Caribe oriental, seu território é compartilhado por dois países:

 

As ilhas vizinhas mais próximas de São Martinho são Anguila, São Bartolomeu, Saba, Santo Eustáquio, São Cristóvão e Neves. Há um dúzia de ilhotas ao redor; a mais turística é Pinel, com suas três praias, ademais de Tintamarre, a três km da costa de São Martinho.

O litoral da ilha é cortado por diversas baías com cerca de 34 praias de areia branca, embora algumas baías apresentem apenas seixos. Há muitas lagunas de água salobra, como Grand Étang de Simsonbaai, Great Bay, Étang aux Poissons, Étang de Grand-Case, Étang Chevrise, Étang Guichard e Grand Étang des Terres Basses, que se formaram no fundo de baías por barreiras de areia. O restante do litoral apresenta falésias abruptas que podem chegar a quatro metros de altura.

O relevo é montanhoso, com encostas inclinadas. O ponto culminante e o pico Paradis ("paraíso", em francês), com 414 m de altitude, na zona francesa. Uma estrada principal contorna a ilha pela costa, para evitar as montanhas.

As vias de comunicação são:  marítimas, com dois portos comerciais, e aéreas, com o aeroporto internacional Princess Juliana/SXM , na parte neerlandesa, famoso porque a cabeceiras, nº 10, fica bem próxima a uma pequena praia (Maho Beach - Praia Maho) e grandes aeronaves operam neste aeroporto e  passam muito baixo por conta das operações de pouso. O lado francês também conta com um aeroporto regional, o Grand Case (TFFG), onde alguns aviões da Air Caraïbes e da pequena companhia St. Barths Commuter operam voos regulares.

Há 37 praias em St Maarten. O intenso azul turquesa é o grande destaque,  e a areia é bem branca e fininha.  Para os banhos de mar, há a Dawn Beach, Great Bay Beach (a uma quadra da Front Street, no centro da capital), Little Bay Beach, Simpson Bay Beach, Cupecoy Beach, Mullet Bay e várias outras. No lado holandês, o topless pode ser observado, já no lado francês há setores em determinadas praias que são reservadas à prática do naturismo, exemplo na praia Orient Beach.

O maior cassino da ilha está em Maho Bay, o Cassino Royale sendo um dos pontos de diversão noturna.

As principais cidades da ilha são Philipsburg, no lado neerlandês, e Marigot, na porção francesa. A população oficial da parte neerlandesa é de 50 000 habitantes, contra 35 000 no lado francês. A população local é de um modo geral bem humorada, simpática e recebe bem os turistas.. A população flutuante é de um milhão de turistas por ano.

Ao lado das duas línguas oficiais (francês e neerlandês), o inglês é amplamente utilizado e o espanhol ganha importância, devido à imigração da República Dominicana.

O pagamento poder ser feito em três moedas diferentes, O florim das Antilhas Holandesas, o euro e o dólar norte-americano, sendo que o de maior circulação é o dólar.

Os primeiros indícios de habitantes remontam a 4000 a.C. Por volta do ano 800, a ilha estava na zona de povoamento dos índios tainos (aruaques). No século XIV, aqueles índios foram substituídos pelos caribes. Há atualmente diversos sítios arqueológicos na ilha relativos às duas etnias.

Entre 11 e 13 de novembro de 1493, Cristóvão Colombo, no retorno de São Domingos e ao passar ao largo da ilha com sua frota de 17 navios, lhe teria dado o nome do santo que se festejava naquela data (São Martinho de Tours,). A tradição local refere-se à ilha com dois nomes em língua caribe: Ualichi ("ilha do sal") e Sualiga ("ilha das mulheres").

Em julho de 1631, após diversas missões de reconhecimento em busca de salinas naturais, os neerlandeses instalaram uma pequena guarnição de 30 homens e quatro canhões numa península da Grande Baía (sítio da atual Philipsburg). Algumas famílias francesas advindas da colônia da ilha de São Cristóvão passaram a cultivar tabaco na porção oriental de São Martinho. Em 1638, com o fato de proteger a sua hegemonia regional, os espanhóis atacaram a guarnição neerlandesa, instalaram-se no local e ali construíram um forte, com uma pequena guarnição ligada a Porto Rico. Em 1644, este forte repeliu um ataque chefiado pelo famoso capitão neerlandês Peter Stuyvesant.

Após este ataque, os espanhóis desmantelaram o forte e abandonaram a ilha, ali deixando alguns franceses e neerlandeses. Ambos governos decidiram dividir a ilha em duas zonas de soberania distintas, ao mesmo tempo em que fixaram regras de cooperação mútua. Em 23 de março de 1648, assinaram o tratado de partilha .Este acordo nunca foi revogado e continua em vigor, apesar de múltiplos incidentes no curso dos últimos 350 anos.

A história registra diversos ataques de piratas, bem como vários episódios de ocupação militar britânica devido aos conflitos e alianças na Europa.

A economia da ilha baseou-se sucessivamente no tabaco, no indigueiro (base do corante índigo), na cana de açúcar, no sal, na pecuária e, a partir de 1965, no turismo.

GASTRONOMIA

Conhecida como a capital gastronômica do Caribe, com cerca de 400 restaurantes, que vão de fast-food ao melhor da cozinha internacional, com chefs reconhecidos mundialmente. A culinária tem forte predominância de peixes e frutos do mar, porém o povo local adora costeletas de cordeiro, presentes em muitos pratos. Alguns dos melhores restaurantes estão em hotéis, mas há excelentes endereços por toda a cidade, como o Temptation e o Rare, em Cupecoy, La Rosa Too, na praia de Maho, L´Escargot e Antoine, em Philipsburg, entre muitos.

COMPRAS

É um dos atrativos da ilha. O destaque em relação às lojas é que não há impostos e taxas, uma boa. A maior parte das lojas fica na Front Street, no  centro de Philipsburg, a capital do território. Lá estão lojas de eletrônicos, perfumes, artesanato, porcelanas, diamantes, joias e roupas, e artesanato local, entre outras. De modo geral, esse comércio é dominado por indianos – uma das 77 diferentes nacionalidades que forma a população. Como praticamente tudo que é vendido em St Maarten vem de fora –inclusive a água potável –, quem quer trazer para o Brasil algum dos produtos fabricados por lá tem a opção do licor de Guavaberry. Trata-se de uma bebida feita a partir da frutinha originária da ilha. De cor escura, a bebida é saborosa. Na Front Street há uma loja que a vende, junto com outros produtos alimentícios, como pimentas. Percorrer a Front Street com olhos atentos é perfeito para quem quer fazer boas  compras – artigos de qualidade a precinhos em conta. 

MOEDA

Florin Holandês

VOLTAGEM

110 volts.

DOCUMENTAÇÃO E VACINAS PARA BRASILEIROS

Viajando com a Copa,passaporte com validade de 6 meses e vacina de febre amarela internacional. Caso se opte por outra Cia. Aérea consultar documentação. Para menores de idade e demais nacionalidades, consultar.

CLIMA

A ilha possui um clima oceânico da zona intertropical de convergência. Há uma estação chamada de "seca" (de dezembro a maio) e outra de "úmida" (de junho a novembro), por vezes com fortes chuvas e ciclones. A temperatura absoluta do ar pode variar entre 17º e 35 °C, com uma média anual de 27 °C. A temperatura do mar é constante entre 25 e 28 graus.

PRINCIPAIS ATRAÇÕES

  • Orient Beach, ou Orient Bay, é um dos points da ilha. Trata-se de uma praia grande, com águas bem verdes e uma super-estrutura, com bares e restaurantes na beira da areia, além de várias atividades na água, como pula-pula e banana boat. A praia é dividida em duas áreas: uma convencional e cheia de bares; a outra, dedicada ao naturismo, onde a pessoa não é obrigada a ficar sem roupa, mas pode optar por fazê-lo, caso queira. Independentemente de estar na área naturista ou não, há mulheres praticando topless. Mullet Bay é uma praia com águas supercristalinas e ondas tão calminhas que fazem o lugar se parecer com uma piscina. É uma praia para pessoas de todas as idades, incluindo crianças, que podem se divertir sem muito perigo. Como o sol se põe na frente da praia, dá para aproveitá-la por bastante tempo, pois no final da tarde não há sombras que atrapalhem. Na praia podem-se alugar cadeiras e guarda-sóis ou comprar bebidas. No canto esquerdo da praia há pedras, o que torna o local propício para fazer snorkeling. Para chegar até Mullet Bay, não há sinalização. Tente se orientar a partir do campo de golfe que fica próximo da entrada da praia para, então, pegar uma pequena entradinha que leva ao estacionamento.
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  • Maho Beach é uma das praias mais famosas de St. Maarten e um dos lugares que você não pode deixar de conhecer em sua viagem. Justamente na frente dessa praia fica o aeroporto Princess Juliana, aonde chegam aviões de diferentes tamanhos. É sua oportunidade de curtir o mar podendo ver aviões passando acima de sua cabeça. As águas dessa praia são bem clarinhas, às vezes com ondas mais fortes ou mais fracas, dependendo das condições do tempo. Sua estrutura é boa, com bares vendendo bebidas, petiscos e outros pratos. Do lado esquerdo da praia fica o Sunset Beach Bar, ideal para petiscar, ver aviões chegando e tirar fotos. O bar também informa os horários de voos e aviões todos os dias; basta olhar uma prancha fincada na areia. Os aviões grandes costumam chegar a partir das 10h ou 11h e são os mais interessantes de observar. Na decolagem das aeronaves, muita gente se coloca em frente à pista para sentir o jato de vento provocado pelas turbinas, mas é importante ficar atento, caso deseje fazer a brincadeira: ela pode provocar acidentes e acabar lhe machucando. Se você não liga para a chegada dos aviões e quiser simplesmente curtir a praia, opte pelo lado direito de Maho Beach, que fica mais distante do burburinho dos vendedor. Maho é a região de bares, cassinos e vida noturna em St. Maarten. É um ótimo lugar para ir durante a noite, encontrar gente nova e se divertir. Se você gosta de sair, considere hospedar-se por ali.
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  • Anse Marcel não é uma praia muito popular; é mais procurada pelos hóspedes dos hotéis que a cercam. Entretanto, como as praias da ilha são públicas, quem não está em nenhum dos hotéis próximos também poderá utilizá-la. Essa é uma praia de areia fina e águas muito calminhas e você pode ficar no mar sem tomar susto com ondas grandes. O lugar é ótimo para descansar e curtir um belo visual; afinal, está estrategicamente localizada entre dois morros. O local vale pela tranquilidade e pelo mar pacato.
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  • Cupecoy é uma praia diferente das outras de St. Maarten porque, além de oferecer aquele mar bonito que se espera da ilha, é também um local onde é possível observar falésias na beirinha do mar. A praia é pequena e tem uma faixa de areia estreita; a melhor área para ficar é no lado direito, onde a faixa de areia é mais espaçosa. Perto da praia há uma barraca simples que vende bebidas e aluga cadeiras e guarda-sóis. Não é uma praia movimentada e faz o estilo "reservado", por isso algumas mulheres a utilizam para fazer topless.
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  • Simpson Bay é uma região com lojas, restaurantes, cassinos, bares e boates. Se você deseja estar perto do comércio e, ao mesmo tempo, da vida noturna sem precisar se distanciar da praia, essa área é ótima pedida. A região tem boa localização e permite que os turistas circulem pela ilha com facilidade
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  • Philipsburg - é a capital da ilha caribenha, localizada numa estreita franja localizada entre "Great Bay ou Baia Grande" e "Great Salt Pond Grande Lagoa Salgada", Funciona como centro comercial, sendo a principal zona comercial, Front Street, que fica no coração da cidade. Paraiso de compras, pois a ilha é tax free. Conta com um porto que serve de base para vários cruzeiros. Foi fundada em 1763 por John Philips, um capitão escocês da marinha holandesa e tem dois fortes históricos que testemunham a importância estratégica de Philipsburg na história de St. Maarten: Fort Amsterdam e Fort Willem. Philipsburg exibe a herança holandesa em sua arquitetura e jardim. Grand Case é um dos bairros descolados de St. Martin, cheio de restaurantes e lojinhas. Sua praia tem águas cristalinas e muito calmas, ideais para crianças ou mesmo para adultos que prefiram um mar que se pareça com uma piscina.E uma praia popular, frequentada por moradores locais, e com ótima estrutura. Nas suas redondezas, você encontrará restaurantes e quiosques que oferecem uma boa estrutura ao turista que opta por passar o dia ali.
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  • Grand Case é a região descolada da ilha. O lugar é procurado tanto durante o dia quanto à noite: quando o sol sai, a praia de águas calmas revela-se uma ótima opção para se refrescar; quando o sol vai embora, os restaurantes ganham vida e ficam cheios de casais em busca de uma boa refeição. Caminhando pela rua principal, você também poderá encontrar algumas lojinhas e, quem sabe, achar algo bacana para levar como recordação.
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  • Baie Nettlé é mais uma das praias do lado francês da ilha. Ela não é tão famosa e muitos turistas não a conhecem, porém o local é indicado para quem procura uma praia sem muita gente e com mar clarinho. O lugar conta com a estrutura oferecida por bares na beira da areia e restaurantes, por isso é possível passar o dia por lá, só curtindo o mar. Quando estivemos na praia, ela tinha resquícios de algas e ondas fracas.
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  • Fazenda de Borboletas: no local é possível ver muitas borboletas, brincar e ter contato com os animais, além de conhecer melhor seu modo de vida. Se quiser que as borboletas venham até você, é indicado utilizar roupas claras durante a visita. Não esqueça a câmera e tire boas fotos!
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  • Marigot, em frente à Baía de Marigot, bem no centrinho funciona, aos sábados, uma feirinha que pode render boas compras. Os expositores vendem de tudo um pouco: roupas de praia, lembranças de viagens, pinturas e outros produtos criados por eles mesmos. Observando a Baía de Marigot dia e noite, no alto de um morro, está o Forte St. Louis. Ele foi construído em 1789 e teve como função proteger St. Martin de possíveis invasões. Sua localização estratégica permitia ter uma visão panorâmica e identificar previamente quaisquer invasores que o lugar pudesse receber. Hoje em dia, o forte está um pouco "largado" e seus canhões, não tão bem preservados, mas continua sendo um mirante incrível. De lá é possível observar Marigot, suas casinhas e construções de estilo europeu, além dos morros verdes que a cercam. Nossa dica é ir ao final da tarde, para ver o sol se pondo e tirar fotos do espetáculo.
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  • Great Bay é uma praia extensa, com ondas fracas e água clara. Numa parte da areia há vários resquícios de conchas, mas, no geral, a areia do lugar é bem fininha e clara. É uma praia bem estruturada, com diversos pontos para aluguel de cadeiras e guarda-sol, além de vários restaurantes e lanchonetes próximas onde se pode comprar petiscos e bebidas. Dá para conhecer algumas lojinhas depois de sair da praia, pois ela fica na melhor região de compras de St. Maarten.
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  • Passeie de caiaque pelas lagoas de água salgada.
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  • Descubra o mundo submarino dos arrecifes de corais e os peixes exóticos em uma expedição de mergulho pela Shipwreck Cove.
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  • Anguilla é uma ilha britânica vizinha de St. Martin, com águas muito bonitas. O lugar rende um passeio bate-volta, mas pode (e deve, caso você tenha tempo) ser conhecido em mais dias. Chama atenção a tranquilidade dessa ilha, que possui apenas seis semáforos e utiliza mão inglesa, apesar de nem todos os carros terem volante do lado direito. Uma das características marcantes de Anguilla é a água do mar: límpida e num azul claro, mas, ao mesmo tempo, intenso; elas são capazes de deixar qualquer visitante extasiado. As águas da ilha são ainda mais cristalinas que as de St. Martin e St. Maarten, não dá para perder. Entre as praias mais bonitas - se é que é possível fazer essa seleção - estão Maundays Bay, Barnes Bay, Sandy Ground e a famosa Shoal Bay, que tem uma atmosfera mais popular e restaurantes que servem almoço. O trajeto entre St. Martin e Anguilla podem ser feito em avião ou barco. O trajeto em barco, é curto e dura menos de 30 minutos. Ao fazer a travessia, tenha seu passaporte em mãos, pois ele é imprescindível para fazer os trâmites de imigração. Ilet Pinel, ou Pinel Island, é uma ilha próxima de St. Martin que tem belas paisagens. Para conhecer o lugar, é preciso fazer apenas uma curta travessia em barco a partir da praia de Cul-de-Sac.A ilha é pequena, sem moradores ou grandes construções, por isso se torna uma excelente opção de passeio para quem quer relaxar. Numa caminhada por seus arredores revelam-se belezas de um local pouco explorado, com uma praia muito calma e cenária bucólica. A ilha conta com a estrutura de um restaurante que aluga cadeiras e guarda-sóis. Não deixe de curtir a prainha principal (aonde os barcos chegam), mas também vá ao outro lado da ilha, com um visual muito bonito, cheio de pedras próximas ao mar. Leve sua câmera fotográfica, pois a paisagem do lugar é ótima para fotos!